
“Comecei a ler neste feriado
Satolep, do Vitor Ramil, e já passei da metade. A história começa com o retorno de um cara a sua cidade natal no dia de seu trigésimo aniversário. Sem coragem de procurar sua família, que não vê há anos, o personagem vai para um hotel indicado por um homem que conheceu ao chegar na cidade, que é inspirada em Pelotas, onde o autor nasceu. Após se instalar, ele vai comemorar o aniversário sozinho num café. Lá, ele conhece um homem chamado João Simões, clara menção ao escritor de contos gauchescos e pelotense João Simões de Lopes Neto. A obra é cheia de referências gaúchas e pelotenses. Adoro o trabalho do Vitor Ramil como músico e também das publicações da Cosac Naify, editora do livro Satolep. Juntando duas coisas que gosto, nem pensei: olhei o livro e levei!”, disse a bióloga
Andréia Escosteguy Vargas, santanense radicada na capital gaúcha cursando pós-doutorado em Terapia Celular no Instituto de Cardiologia de Porto Alegre.
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